Informações sobre proteção de dados de denunciantes
Política de privacidade
Em conformidade com o artigo 13º do Regulamento (UE) 2016/679 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 27 de abril de 2016, relativo à proteção das pessoas singulares no que diz respeito ao tratamento de dados pessoais e à livre circulação desses dados, o artigo 11º da Lei Orgânica 3/2018, de 5 de dezembro, da Lei Orgânica 3/2018, de 5 de dezembro, sobre a proteção de dados pessoais e garantia dos direitos digitais e o artigo 31.º da Lei 2/2023, de 20 de fevereiro, que regula a proteção das pessoas que denunciam infracções regulamentares e a luta contra a corrupção, detalhamos abaixo as informações sobre a proteção de dados pessoais no que diz respeito ao tratamento de dados no Sistema de Informação Interno:
1. RESPONSÁVEL PELO TRATAMENTO DOS DADOS
O Responsável pelo Tratamento de Dados é a EMICELA, S.A., com o NIF A35081785, com domicílio no Canal Izquierdo (subida), número 5, Polígono Industrial Arinaga, 35118, Agüimes, Las Palmas de Gran Canaria, Espanha.
Os seus dados pessoais serão tratados com a máxima confidencialidade apenas por pessoal autorizado.
2. ORIGEM DOS DADOS
Caso tenha optado por se identificar, os seus dados pessoais foram obtidos através do formulário que preencheu no canal de reclamações disponibilizado pela EMICELA, S.A. ou, se for o caso, através do e-mail: canaldenuncias@emicela.es.
3. OBJECTIVO DO TRATAMENTO
Os dados pessoais fornecidos por si através do formulário e os contidos na documentação que apresentar em apoio da sua comunicação serão tratados com a única finalidade de gerir as reclamações recebidas através do canal ou do correio e de processar as investigações dos alegados factos denunciados, ou, se for caso disso, de responder à questão levantada, bem como de adotar, se for caso disso, medidas de proteção e/ou de prevenção de represálias, tudo isto em conformidade com o disposto na Política do Sistema de Informação Interno e no Protocolo de gestão do canal de reclamações.
4. LEGITIMAÇÃO DO TRATAMENTO
A base legal para o tratamento dos seus dados pessoais na gestão do Sistema de Informação Interno será a estabelecida no art. 6.1.c do RGPD, na medida em que o tratamento seja necessário para o cumprimento de uma obrigação legal aplicável ao responsável pelo tratamento, em conformidade com as disposições da Lei 2/2023, de 20 de fevereiro, que regula a proteção das pessoas que denunciam infracções regulamentares e a luta contra a corrupção.
5. PERÍODOS DE CONSERVAÇÃO
Os dados tratados podem ser conservados no sistema de informação apenas durante o tempo necessário para decidir se se deve ou não dar início a um inquérito sobre os factos comunicados.
Se se verificar que as informações prestadas, ou parte delas, não são verdadeiras, devem ser imediatamente suprimidas logo que essa circunstância se verifique, a menos que essa falta de veracidade possa constituir uma infração penal, caso em que as informações serão conservadas durante o tempo necessário para o processo judicial.
Em qualquer caso, se tiverem decorrido três meses desde a receção da comunicação e não tiver sido iniciado qualquer inquérito, a comunicação será suprimida, a menos que o objetivo da sua conservação seja deixar provas do funcionamento do sistema. As comunicações que não tenham sido objeto de tratamento só podem ser registadas de forma anónima, sem que seja aplicável a obrigação de bloqueio prevista no artigo 32.º da Lei Orgânica n.º 3/2018, de 5 de dezembro.
Em caso algum serão tratados dados pessoais que não sejam necessários para efeitos de conhecimento e investigação das acções ou omissões a que se aplica a Lei 2/2023, de 20 de fevereiro, que regula a proteção das pessoas que denunciam infracções regulamentares e a luta contra a corrupção, procedendo, se for caso disso, à sua eliminação imediata. De igual modo, serão apagados os dados pessoais que possam ter sido comunicados e que se refiram a comportamentos não incluídos no âmbito de aplicação da referida lei.
Se as informações recebidas contiverem dados pessoais incluídos nas categorias especiais de dados, serão imediatamente apagadas, sem serem registadas e tratadas.
Os dados pessoais relativos às informações recebidas e aos inquéritos internos contidos no livro de registo só serão conservados durante o período necessário e proporcional ao cumprimento da referida lei. Os dados não podem, em caso algum, ser conservados por um período superior a dez anos.
6. DESTINATÁRIOS DOS DADOS
Informamos que a sua identidade, no caso de ser fornecida ou identificável, será sempre mantida confidencial e não será comunicada às pessoas a quem se referem os factos comunicados ou a terceiros alheios à gestão e ao tratamento da comunicação, exceto quando for necessário para a adoção de medidas correctivas na entidade ou para o tratamento de processos sancionatórios ou penais que, se for caso disso, possam ser aplicáveis, caso em que as autoridades competentes na matéria devem ser informadas.
Os dados pessoais tratados no Sistema de Informação Interno podem ser comunicados à autoridade judicial, ao Ministério Público, às Forças e Corpos de Segurança do Estado ou à autoridade administrativa competente, no âmbito de uma investigação que estejam a efetuar ou no quadro de um processo judicial. Podem também ser comunicadas às autoridades estatais ou regionais competentes em matéria de proteção dos denunciantes.
Em caso de subcontratação da gestão do sistema de informação interno, as informações fornecidas através do canal em linha podem ser tratadas pelo terceiro externo, na qualidade de subcontratante, em conformidade com o disposto no artigo 6.º da Lei 2/2023 de 20 de fevereiro, que regula a proteção das pessoas que denunciam infracções regulamentares e a luta contra a corrupção.
Não há planos para transferências internacionais de dados por transferência ou encomenda de tratamento.
7. DIREITOS DAS PESSOAS EM CAUSA
Os informadores têm o direito de aceder aos seus dados pessoais, bem como o direito de obter a retificação de dados pessoais inexactos ou incompletos, de solicitar o apagamento dos seus dados pessoais e de solicitar a limitação do tratamento, enviando uma carta para o endereço postal acima indicado ou para o seguinte endereço eletrónico dpo@emicela.es, em qualquer altura e gratuitamente. Além disso, tem o direito de apresentar uma queixa à Agência Espanhola de Proteção de Dados(www.aepd.es), se considerar que foi cometida uma violação da legislação de proteção de dados no que diz respeito ao tratamento dos seus dados pessoais.